terça-feira, novembro 08, 2011

Jogos de carta é aprovado por Deus?

Alguns filhos enganam os pais com mentiras a fim de ocultar seu rumo errado. Uns há que buscam a sociedade de companheiros corrompidos, visitando às ocultas tabernas e outros lugares proibidos de ajuntamento na cidade. Alunos freqüentam as salas de bilhar, e metem-se em jogo de cartas, lisonjeando-se de que não há perigo. Uma vez que seu objetivo é meramente divertir-se, sentem-se em perfeita segurança. Não são apenas os de classe mais baixa que fazem isso. Alguns cuidadosamente criados e educados a olharem essas coisas com aversão, estão-se arriscando a penetrar no terreno proibido. Conselhos Professores, Pais e Estudantes, pág. 333

O jogo de cartas deve ser proibido. São perigosas as companhias e as tendências. ... Não há, nessas distrações, coisa alguma que beneficie o espírito ou o corpo. Nada que fortaleça o intelecto, nada que aí entesoure valiosas idéias para uso futuro. Conselhos, Professores, Pais e Estudantes, pág. 304

Deve-se proibir o jogo de cartas. As associações e tendências são perigosas. O príncipe dos poderes das trevas preside nos salões de diversões e onde quer que haja jogo de cartas. Os anjos maus são hóspedes familiares nestes lugares. Nada existe de benefício à alma ou ao corpo nestes divertimentos. Coisa alguma para fortalecer o intelecto, nada para provê-lo de idéias valiosas para uso futuro. A conversa gira em torno de assuntos triviais e degradantes. Ouve-se aí gracejo indecente, palavreado baixo e vil, que diminui e destrói a verdadeira dignidade varonil. Essas diversões são as mais néscias, inúteis, prejudiciais e perigosas atividades que os jovens podem praticar. Aqueles que se dão ao jogo de cartas, tornam-se grandemente agitados, e logo perdem todo o gosto, pelas ocupações úteis e elevadas. A perícia no manuseio das cartas conduzirá logo ao desejo de empregar esse conhecimento e tato em proveito próprio. É apostada uma pequena soma e, em seguida, uma maior, até que se adquire uma sede de jogar que leva a ruína certa. A quantos não têm essa diversão perniciosa levado a toda sorte de práticas pecaminosas, à miséria, à prisão, ao assassínio e à morte! Conselhos sobre educação, pág. 56

Satanás tem inventado muitas maneiras de malbaratar os meios que Deus tem dado. O jogo de cartas, as apostas, o jogo de azar, as corridas de cavalo e as representações teatrais, são todos de sua invenção, e ele tem induzido os homens a levarem avante esses divertimentos com tanto zelo como se estivessem adquirindo para si mesmos a preciosa dádiva da vida eterna. Despendem os homens somas imensas em busca desses prazeres proibidos; e o resultado é que, as faculdades que Deus lhes deu, que foram compradas pelo precioso sangue do Filho de Deus, são degradadas e corrompidas. Conselhos sobre mordomia, pág. 134

A esperteza na prática das cartas induz muitas vezes ao desejo de empregar este conhecimento e tato para algum fim de proveito pessoal. Põe-se em jogo uma pequenina quantia, depois outra maior, até que se adquire uma sede de jogar que leva certamente à ruína. A quantos tem esta perniciosa distração conduzido a todo ato pecaminoso, à pobreza, à prisão, ao assassínio e à forca! Todavia muitos pais não vêem o terrível abismo de ruína com as fauces escancaradas para os nossos jovens.  Mensagens aos jovens, pág. 380

Em muitas famílias religiosas a dança e o jogo de cartas são usados como brincadeiras de salão. Alegam que são entretenimentos sossegados, domésticos, que podem ser com segurança usados sob as vistas paternas. Mas cultiva-se assim o gosto por esses prazeres, e o que era considerado inofensivo em casa não será por muito tempo olhado como perigoso lá fora. Resta ainda ver se há algum bem a colher desses divertimentos. Não dão vigor ao corpo nem repouso à mente. Não implantam no coração um sentimento virtuoso ou santo. Ao contrário, destroem todo gosto pelos pensamentos sérios e pelos cultos. Mensagens aos jovens, pág. 399

Há diversões tais como dançar, jogar cartas, xadrez, damas, etc., que não podemos aprovar, pois que o Céu as condena. Esses divertimentos abrem a porta para grandes males. Não são benéficos em sua tendência, e têm uma influência estimulante, produzindo em alguns espíritos uma paixão por esses jogos que levam ao jogo de azar e dissipação. Todos esses jogos devem ser condenados pelos cristãos, e substituídos, por algo perfeitamente inofensivo. Testimonies, vol. 1, pág. 514. 

2 comentários:

Arildo André Gomes disse...

"Jogos de carta é aprovado por Deus?"

Jogos de carta não é aprovado por Deus ou pela senhora Ellen White?

Vi apenas citações de livros da escritora, mas nenhuma citação bíblica. É de se estranhar...

Jacymara Ferreyra disse...

Olá Arildo, obrigada pelo comentário! Para você entender melhor, precisa ler mais minhas publicações aqui no blog. Se eu acredito que Ellen White é uma profeta inspirada por Deus, então eu creio nos escritos dela.
A Bíblia fala de profetas que escreveram livros dando conselhos ao povo daquela época, mas cujos escritos não foram incluídos no cânon bíblico, da mesma forma Deus usou Ellen White para nos aconselhar de uma maneira mais abrangente o que Deus já deixou registrado em Sua Palavra. Você leu alguma coisa contrária nas palavras de Ellen White ao que Deus diz na Bíblia sobre este tema? Ou você é a favor do jogo de cartas?
Profetas que escreveram mensagens, mas cujos escritos não foram incluídos no cânon bíblico: (Favor acompanhar com a Bíblia na mão).
• Livro dos Justos (Josué 10:13 cf. 2Sm 1:18).
• Livro do Profeta Natã (1Crôn. 29:29).
• Livro do Profeta Gade (1Crôn. 29:29).
• Livro do Profeta Ido (2Crôn. 9:29).
• Livro do Profeta Jehu (2Crôn. 20:34).
• Livro do Profeta Aías (2Crôn. 9:29).
• Livro do Profeta Semías (2Crôn. 12:15).
Este é apenas um artigo, que o autor (a pessoa que escreveu estas citações de Ellen White) não tenha citado versos bíblicos concernentes, não quer dizer que não exista na Bíblia algo sobre o tema.
Se ainda não ficou claro, tenho a disposição um estudo sobre a origem do jogo de cartas com citações Bíblicas.
http://www.novotempo.org.br/advir/?p=2854

Abraços!